quarta-feira, 22 de maio de 2013

Aninha Guimarães: INÓSPITO

Aninha Guimarães: INÓSPITO: Invisível...é o mais perto que posso chegar, mas consigo ainda sentir o vento em meu rosto e é tudo o que consigo sentir, ainda. Razão nã...

INÓSPITO

Invisível...é o mais perto que posso chegar, mas consigo ainda sentir o vento em meu rosto e é tudo o que consigo sentir, ainda.
Razão não tenho, muito menos raciocínio sobre a vida que minto ser
Hoje me sentei novamente de frente ás mesmas lembranças obtusas, procurando meu lugar. Inóspito, eu não consegui viver ali nem adentrar, e parecia-me tão seguro...